I'm a ... a million selves, several versions of a single idea.
Watch for the eternity, that is the size of this.
I am finite, like a breeze that disappears when one realizes.
The cry of youth Choking in the sea of stagnation!
Disguised with clothes of good manners and customs that say amen
Any damn afraid to smudge with sincerity.
What am I?
What can I be?
The armed struggle or selfishness made?
The courage to lose or win?
The distance that must be traveled to reach the answers
The subtle difference between the hero and the clown.
The cry of youth in a sea of stagnation?
segunda-feira, 23 de fevereiro de 2009
Mundogira

Sou um...sou um milhão de eus,
diversas versões de uma única idéia
Olho para a eternidade que é do tamanho do presente
Me sinto finito, como uma brisa
que ninguém percebe quando desaparece
O grito da juventude em um mar de marasmo!
Disfarçado com a roupa de bons modos e costumes,
que diz amém para qualquer porcaria
com medo de se sujar com a sinceridade.
O que sou? O que posso ser?
A luta armada ou o egoísmo assumido?
A coragem de perder ou vencer?
A distância que precisa ser percorrida para alcançar as respostas?
Ou a tênue diferença entre o herói e o palhaço?
O grito da juventude em um mar de marasmo?
Once upon a time ... there was nothing, no time, no space, no "once upon a time" ... that ... that was nothing. Then there was the space-time, but we were children, though in fact we were probably not until 4.5 billion years ago arise. It was long and winding the path, we see order in chaos, in the cosmos, and to translate the impressive structures of the universe created abstractions, our letters and numbers, ways of reading the whole. And our abstractions are a reflection of everything that constitutes us.
Era uma vez?
Era uma vez...não havia nada, não havia tempo, não havia espaço, não havia “era uma vez”...por que?(...) Por que não era nada.
Então fez-se o espaço-tempo, mas éramos crianças, se bem que na verdade nós provavelmente nem éramos, até surgirmos há 4,5 bilhões de anos atrás. E foi longo e sinuoso o caminho; conseguimos ver ordem no caos, no cosmos, e para traduzir as surpreendentes estruturas do universo criamos abstrações, nossas letras e números, maneiras de ler o todo.
E nossas abstrações são o reflexo de tudo o que nos constitui.
Então fez-se o espaço-tempo, mas éramos crianças, se bem que na verdade nós provavelmente nem éramos, até surgirmos há 4,5 bilhões de anos atrás. E foi longo e sinuoso o caminho; conseguimos ver ordem no caos, no cosmos, e para traduzir as surpreendentes estruturas do universo criamos abstrações, nossas letras e números, maneiras de ler o todo.
E nossas abstrações são o reflexo de tudo o que nos constitui.
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